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Qual capa é melhor?



Escrito por Clinton Davisson às 21h15
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Escrito por Clinton Davisson às 21h12
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Sabe qual o problema de ser escritor? Nenhum!

 

 



Escrito por Clinton Davisson às 23h53
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Escrito por Clinton Davisson às 01h16
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Fáfia, o livro que nunca existiu

 


Por Antônio Ramos*

O trabalho do jornalista e escritor Clinton Davisson me chama a atenção desde a década de 90. Conheci o escritor quando morava em Juiz de Fora. Freqüentávamos a casa de um amigo em comum onde, à noite, obrigávamos Clinton a contar histórias que ele tinha criado para um universo que ele chamava de “Hegemonia”.

Além disso, Clinton sempre se notabilizou por ser bom de idéias, não apenas para livros. Na faculdade, como não conseguia se sustentar com bolsas de 100 reais, simplesmente fundou um jornal. Não um veículo qualquer, mas um jornal redondo. Com uma proposta gráfica inovadora, um dos exemplares, por exemplo, tinha formato de bunda; o jornal causou furor em Juiz de Fora e ganhou a mídia nacional e lá foi Clinton ser chamado em São Paulo e até em Foz do Iguaçu, dar palestra sobre como fazer um jornal redondo. Claro que a Skol foi a primeira da fila para patrocinar a invenção. Outra invenção da qual virei fã foi o programa Cinema FM, da rádio universitária da UFJF. A idéia básica era criar um programa estilo mesa redonda, típico dos programas esportivos, só que de cinema. Simples, né? Mas ninguém nunca tinha pensado antes. O programa é um sucesso na Rádio Universitária de Juiz de Fora até os dias de hoje onde permanece no ar.

No ensino fundamental, Clinton era chamado pelos colegas de “cientista maluco”, pois, entre outras coisas, criava seus próprios brinquedos em um laboratório na garagem de seu pai. Foi esse jovem que criou o universo da Hegemonia, do qual me recuso a falar neste texto. Tudo bem que é genial, sei de coisas da estrutura da história que só serão mostradas no terceiro livro, mas, sejamos francos, o sucesso desta franquia está, graças a muito esforço e inteligência do autor, se consolidando e não há nenhuma contribuição que eu possa dar ao sucesso iminente das aventuras de Lob John Taylor e Ron Schowlen.

Não estou aqui para elogiar o Hegemonia, mas para reclamar de outra obra. Esta sim, minha preferida, que conta a história de um jogador de futebol chamado Willian Carlos Fáfia, nascido em Volta Redonda em julho de 1998, com problemas sérios de saúde, mas que deu a volta por cima e se tornou o melhor jogador do mundo.

Era 1995 e ele estava tentando publicar um livro chamado “Fáfia – A copa do mundo de 2022”, um livro com bastante humor que flertava com o épico ao mostrar a história de um jogador de futebol nascido em pleno ano 2000 e que crescera com dois outros amigos de infância em um período turbulento de guerra mundial entre Estados Unidos e uma aliança entre Irã e Afeganistão. Willian “Billy” Fáfia, Gustavo Medeiros e Marcelo Rocha formavam uma sólida amizade separada quando Gustavo, ingressa num programa novo do novo governo mundial para reabilitação de jovens delinqüentes.

Anos depois Fáfia e Marcelo se tornaram notórios jogadores da Seleção Brasileira, Fáfia é considerado o melhor do mundo. Um mundo, aliás, recuperado da guerra, mas muito modificado. Nele, o Brasil e a Argentina duelam pela liderança da economia mundial contra os Tigres Asiáticos. Gustavo agora é um astronauta brasileiro num contexto em que a NASA resolveu se proclamar um estado independente dos EUA. A “rebeldia” é aceita porque os ianques vivem um apocalipse nuclear e só começam a se recuperar com a ajuda dessa nova NASA. O melhor amigo de Gustavo é Mark Venture, um norte-americano sociopata e tremendamente tímido, embora com inegável habilidade como espião. Ambos foram criados neste programa de reabilitação que, na verdade, planejava criar super-soldados com inteligência e força acima da média, utilizando jovens desajustados.

Temos a personagem interessante de Mylena Brandão, cujo nome é ma fusão de Mylena Ciribeli e Cléo Brandão, duas apresentadoras notórias de programas esportivos. Trata-se de uma repórter oportunista. Workaholick bem sucedida, ela é apresentadora de TV e colunista esportiva. Ela até tem bom coração, mas é uma pessoa que sacrificou a ética para se dar bem na carreira. É atormentada, entretanto com crises de consciência devido aos problemas de ética da profissão. O estopim para a crise de Mylena, é a morte de um ex-namorado, chamado Claudio Paul Oliveira. Ele a havia convidado para fazer parte de uma investigação bombástica que denunciaria uma conspiração internacional envolvendo tráfico de escravos e crimes ecológicos através de um satélite de defesa norte-americano que estava sendo usando para incendiar grandes florestas. Mylena teve medo de abrir mão de sua carreira já consagrada e não ajudou Claudio. Meses depois ele é encontrado morto e ela recebe pelo correio parte do material que ele havia apurado. Ainda assim, ela não tem coragem levar adiante a reportagem e se limita a avisar um de seus entrevistados, Fáfia, que sua vida corre perigo.

O livro tem flash-backs da infância de Fáfia e seus amigos em 2012, mas se passa mesmo entre 2018 e 2022. A história começa mesmo quando Fáfia é submetido a um gás hipnótico e forçado a acreditar que entregou o jogo das eliminatórias para a Copa do Egito (que seria em 2018). Ele dá entrevistas dizendo que aceitou suborno para entregar uma partida decisiva contra o Uruguai e acaba em desgraça. Além disso, avisado por Mylena, ele descobre que há pessoas querendo matá-lo e, na atual conjuntura de sua carreira, pode ser qualquer brasileiro.

Abalado, o jogador se refugia em um submundo de gangues de hackers em um cenário decadente onde o Brasil recebe milhares de refugiados da Europa destruída pela guerra. Apesar do crescimento econômico do país, as desigualdades se acentuam criando verdadeiras cidades sem lei. A principal delas é Angra dos Reis que, após um grave acidente nuclear, vira uma região cercada, lembrando muito o cenário do clássico “Fuga de Nova Iorque”, 1981.

É nesta Angra apocalíptica que Fáfia vai acabar se refugiando, mas consegue respeito após salvar o líder de uma gangue de motohackers e lutar em seu lugar numa disputa de lideranças.

Em seu socorro vem Gustavo que consegue convencer Marck Venture e Marcelo a ajudar o amigo sob a argumentação que, quem deseja matar Fáfia, também está por trás de uma conspiração internacional. Descobre-se que o segredo da Nasa era a ajuda de uma raça de seres vindos de outro sistema solar. Essa raça quer oferecer a Terra a solução para diversos problemas sociais, além de tecnologia ilimitada e cura para todas as doenças, mas há um preço, o mundo precisa se organizar e resolver diversos conflitos. E Gustavo usa sem parcimônia a tecnologia alienígena para ajudar o amigo.

O livro ainda acompanha ano após ano, a recuperação de Fáfia e sua volta aos campos, além da investigação de Gustavo e Mark que apontam para Débora Farias, nada menos do que a presidente da Confederação Brasileira de Futebol – CBF, como uma das chefes de uma quadrilha internacional que será encabeçada por Richard Cotson, braço direito do presidente dos Estados Unidos.

Infelizmente, o livro era muito grosso e o autor não conseguia, na década de 90, ninguém que se interessasse por publicar aquele tijolão com uma história tão inusitada. Resolveu então, a minha revelia, reduzir e simplificar a história. O humor prevaleceu e, embora tenha gostado de algumas mudanças, o fato é que a história ficou sem pé, nem cabeça e alguns personagens foram sabotados pelo autor. O pior de tudo é que funcionou e, em 1999, o livro não só foi lançado, como elogiado. Algo que me deixou particularmente revoltado.

 A Angra dos Reis pós-apocalíptica foi abandonada. Os motohackers passaram a fazer parte de torcidas organizadas e o clima apocalíptico ficou sem sentido. Outro elemento interessante, o Brasil era uma monarquia parlamentarista, reflexo do plebiscito de 92, época na qual o livro fora escrito. Esse elemento foi minimizado na nova versão, rebaixado a apenas uma citação.

Gustavo e Mark passaram a se conhecer apenas depois de velhos vivendo uma dinâmica interessante de “se odeiam e vão acabar se amando” bem clichê, mas que funciona. A idéia do “supersoldado” foi abandonada. A verdade é que a única coisa que melhorou mesmo foi a relação entre Gustavo e Mark.

O melhor do livro para mim, entretanto, sempre foram as partidas de futebol, narradas com vigor e poesia. O autor cortou metade delas, mas deixou as melhores, destaque para o primeiro jogo: Brasil e Uruguai no Maracanã, onde acompanhamos a tensão e a determinação do herói em fazer as jogadas. O elemento psicológico presente, mostrando os traumas de Fáfia e a ligação afetiva do mesmo com o futebol, são impagáveis.

Entretanto, o livro realmente saiu literalmente estuprado pelos cortes. Mylena Brandão virou uma mocinha espertinha e perdeu o arco emocional e todos os seus dilemas. Marcelo Rocha simplesmente some no livro, se tronando um personagem desnecessário. O extraterrestre Ibis – trocadilho genial com o pior time do mundo - poderia ser explorado melhor, embora suas melhores falas continuassem.

Embora o livro ganhasse um pouco mais de dinâmica, perdeu como obra literária, principalmente no seu enredo.

Outro grande trunfo do livro original minimizado na nova versão era a metalinguagem. Podendo ser lido como um roteiro de um filme dos Trapalhões que nunca existiu. A premissa, segundo o autor, era: e se os trapalhões fossem ótimos atores e recebessem um orçamento milionário?

Fáfia, o personagem principal, representaria o Zacarias. Em determinado momento do livro, tem sua cabeça raspada e chega a usar uma peruca. Todos debocham de sua risada estranha e os vilões botam sua masculinidade em dúvida.

Gustavo é o galã de beco, o Dedé Santana, conquistador, bom de briga e vive se irritando com os amigos.

Kalucha Kontê, imigrante camaronês naturalizado brasileiro para jogar no Flamengo, é uma cópia do Mussum com direito a poder ser considerado um personagem racista se o livro for julgado pela onda do politicamente correto, já que há pelo menos duas piadas envolvendo o fato do camaronês ser negro. Nenhuma entretanto, denigre a imagem dos negros e Kalucha era, na minha opinião, o personagem mais maneiro, uma espécie de mistura de Axel Foley e Principe Valente.

Marcelo Rocha é o nordestino estereotipado, mulherengo e que sempre se dá bem. Sua ligação com o Didi Mocó de Renato Aragão é a pior perda da versão nova do livro. No original, ele tem sacadas geniais, principalmente quando enfrenta zumbis canibais em Angra dos Reis, chegando a dizer uma frase ícone do Didi: “É fria! É fria!”.

Mark Venture também é uma sacada genial de Clinton neste contexto dos Trapalhões. Pois ele é o herói americano, louro de olhos azuis, presente em muitos filmes do quarteto nos anos 70, como os interpretados por Pedro Aguinaga e Mário Cardoso.

É como se um maluco pegasse para escrever um roteiro de filme dos Trapalhões, mas resolvesse criar uma história totalmente realmente forte e sombria. Os personagens estão lá, mas transformados, com neuras e manias e traumas diferentes. Mas o clima sombrio do original deu lugar a um livro quase colorido.

Enfim, deixo aqui o meu protesto, pois, embora o livro publicado em 1999 tenha sido bem recebido, principalmente pelo bom humor, não foi o Fáfia que conheci. Espero algum dia ver essa versão original publicada.

 



Escrito por Clinton Davisson às 17h35
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O Código DaVisson

 

A noveleta, presente na coletânea Space Opera da Editora Draco, conta uma aventura de Lob John Taylor, capitão da macronave Árluz, uma imensa nave de guerra com metade do tamanho da nossa Lua. Ao completar uma missão de dois anos em busca de uma nave desaparecida eles acabam encontrando uma mulher enigmática que conhece a localização de um misterioso artefato que pode levar ao controle de todo o império da Hegemonia.
Agora, eles precisam correr contra o tempo para chegar antes dos gailarianos, uma raça de anjos que jurou livrar a galáxia do “perigo humanóide”. Uma batalha de naves de proporções astronômicas será travada para ver quem encontrará primeiro a Esfera Dourada!

 

 

 

 

 

 

O Código DaVisson


Por Antônio Ramos
Resenha já avisei pro Clinto que não sei fazer direito. Mas vou dizer o que achei da Esfera Dourada pelo menos. Achei genial a maneira com que as histórias de A Esfera Dourada e O Herdeiro de Basten se linkam de forma sutil. Sendo que um não é continuação de outro. Tudo isso acaba dando ao universo da Hegemonia um cenário mais complexo.

Enumerando o que interpretei do Código DaVisson.

  1. A letra da música está na linguagem dos dragões. Quem quiser saber seu significado, tem que comprar O Herdeiro de Basten para pegar o dicionário e traduzir. Mas saber a letra não é fundamental para entender a história, é só um aperitivo a mais. Fundamental é ver o Clinto cantando a música. Morri de rir!
  2. No site oficial da Hegemonia diz que os dragões são do planeta Terra. Então faz sentido insinuar que os mesmos ajudaram o ser humano a construir a Esfera Dyson como afirma um certo personagem.
  3. A Hegemonia é vista como a vilã de O Herdeiro de Basten, aqui são os protagonistas. Mas a raça dos gailarianos adotamum discurso de livrar a galáxia da Hegemonia adotando práticas democráticas. Ou seja, talvez a Hegemonia continue a ser os bad guys.
  4. Lob John Taylor e sua macronave Árluz são citados em O Herdeiro como o local onde Ron quer servir depois de se formar, “porque lá só vão os melhores dos melhores”
  5. O piloto do “carro gigante” em O Herdeiro é chamado de Benamias. Será o mesmo personagem ou filho dele?
  6. A personagem principal, Lilith Thranna tem o mesmo sobrenome que aparece nas datas de O Herdeiro!


Escrito por Clinton Davisson às 11h11
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SINOPSES COLETÂNEA SPACE OPERA

 

No Amor e na Guerra – Gerson Lodi-Ribeiro, renomado escritor de ficção científica brasileira, nos apresenta um clássico conflito espacial, onde os habitantes da Terra enfrentam um poderoso império alienígena pelo seu direito de existir. O momento é decisivo, e a batalha final chega ao sistema solar. Os frágeis humanos conseguirão escapar da derrota iminente?

A Esfera Dourada – Ambientada no universo ficcional criado pelo escritor Clinton Davisson, a história se passa centenas de anos antes dos acontecimentos de “Hegemonia – O Herdeiro de Basten”. Milhares de anos no futuro a Hegemonia luta contra invasores implacáveis e um segredo do passado pode ser o fiel da balança. O que estaria escondido na Esfera Dourada?

Mádrax – Maria Helena Bandeira mostra uma história inusitada, misturando passado e futuro. Uma noveleta com ar sheakespereano onde tragédias ancestrais que se repetem e o destino de reis e rainhas se refletem no futuro do homem.

Tempo Instável – Um simples astronauta, uma estrela mundial da TV, a terraformação da Lua e uma tempestade solar. Estes são os ingredientes de um conto instigante escrito pelo veterano escritor da FC brasileira Jorge Luiz Calife, autor da famosa Trilogia “Padrões de Contato”.

Temos que Cumprir a Cota – Letícia Velásquez nos apresenta com uma história curta, veloz e intensa, aonde os humanos têm que pagar um terrível preço por sua ousadia em desafiar os senhores do espaço. Resta saber se conseguirão atingir a cota a tempo.

Seu Momento de Glória – A Terra reduzida a frangalhos, um planeta acuado pelo medo, esperando o golpe final do implacável invasor. Sua única esperança? Um homem corroído por décadas de ódio, sedento de vingança. Marcelo Jacinto Ribeiro nos mostra uma intensa batalha espacial, com o destino do ser humano como recompensa.

Logan Marshall – As aventuras de um detetive espacial que oculta dos humanos sua origem alienígena, enquanto empreende uma caçada na Terra em busca de um criminoso interestelar. A justiça deve ser feita, a todo custo! Uma noveleta do mesmo universo de “Nébula de um Buraco Negro”, de Larissa Caruso.

Ganimedes – Desde a independência de Marte, terráqueos e marcianos lutam pelo controle das colônias espaciais espalhadas por todo sistema solar. Apresentando uma humanidade dividida, o escritor Hugo Vera nos brinda com um thriller de ação e espionagem nas luas de Júpiter, onde grandes potências entram em conflito pelo bem mais valioso do sistema: a água.

Pendão de Esperança – Arthur C. Clarke dizia que o primeiro contato de humanos com seres extraterrestres não será como nós imaginamos, e sim infinitamente mais estranho do que podemos sonhar. Pensando nisso, o escritor Flávio Medeiros Jr. nos apresenta uma nova versão desse antigo sonho da humanidade de maneira bastante original, com surpreendente toque do famoso “jeitinho brasileiro”.



Escrito por Clinton Davisson às 11h41
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Projeto que leva ficção científica para salas de aula ganha prêmio socioambiental

 

http://mais.uol.com.br/view/6762069

Equipe Semed

O projeto “Pensando o futuro de Macaé” da Secretaria de Educação ganhou, nesta quinta-feira, 19 de maio, o Prêmio de Responsabilidade Social da Revista Visão. A cerimônia ocorreu às 19h na Cidade Universitária no último dia da IV Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos com as presenças de Fernanda Falquer (Onip), Rita Bersot (Acim), Aristóteles Riani (Sebrae-RJ), Gustavo Miguelez (Instituto Crescer), Rita Ippolito (consultora) e dos realizadores do Prêmio, os diretores da Revista Visão Socioambiental Bernadete Vasconcellos e Martinho Santafé, além do secretário de Meio-Ambiente, Maxwell Vaz, que entregou o prêmio, e da vice-prefeita, Marilena Garcia.

O projeto foi criado pelo escritor e jornalista Clinton Davisson em 2009 e visa o incentivo da leitura em salas de aula através da ficção científica e propondo conexões interdisciplinares envolvendo língua portuguesa, literatura, ciências, educação artística, geografia e história.  Tudo isso a partir de seu livro “Hegemonia – O Herdeiro de Basten”, que é considerado um dos mais importantes do gênero escrito no Brasil. “A idéia veio durante um encontro durante um evento  em São Paulo, chamado Fantasticon, onde foi sugerido que o caminho, para os escritores de fantasia e ficção científica no Brasil, estava em buscar uma interação maior com as salas de aula para formar novos leitores. Depois de uma experiência bem sucedida em Rio das Ostras, a idéia cresceu e tomou proporções maiores em Macaé e o livro está em todas as 110 escolas do município. Podemos citar o diretor de cinema, Ed Wood, quando digo que devemos incentivar nossos estudantes a começar desde cedo a pensar no futuro, porque é lá que passarão o resto da vida deles”, conta Clinton que dedicou o prêmio à coordenadora de Leitura da Secretaria de Educação, Maria Georgina de Sousa. “Ela leu o livro e se empolgou muito. Organizou as visitas em sala de aula, falou com professores das bibliotecas escolares e convenceu a todos que era possível. Sem ela, a coisa não decolaria do jeito que decolou”, completa.

Em novembro de 2010, o projeto já havia ganhado em São Paulo o prêmio Mary Shelley por incentivo a leitura de ficção científica em salas de aula. A entrega foi realizada durante o maior encontro nacional de aficionados do gênero. Este ano, o projeto entra em nova fase e lançará um concurso de contos entre os alunos com o tema: “Como será Macaé no futuro”.

 O livro mistura fantasia e ficção científica ao contar a história de um jovem que estudou em uma civilização avançada durante anos e depois retorna para seu planeta subdesenvolvido e  participa de uma guerra que envolve humanos, sereias, fadas e dragões. O autor afirma ter se baseado na própria vivência em Macaé para criar a obra, que conquistou elogios internacionais e ganhou prêmios em todo o Brasil, incluindo o prêmio Nautilus da revista Scifi-News.

A vice-prefeita, Marilena Garcia, ressaltou a importância de reflexões sobre o futuro do município. “O petróleo é um recurso limitado. Mesmo com as novas descobertas do pré-sal, que propicia uma sobrevida, temos que pensar em alternativas para o futuro de nossa cidade. Isso é obrigação de cada cidadão que vive aqui”, diz.

 



Escrito por Clinton Davisson às 18h10
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Prêmio de Responsabilidade Social da Bacia de Campos

 

O Projeto “Pensando o futuro de Macaé” criado por mim para a Secretaria de Educação de Macaé acaba de ganhar mais um prêmio, agora é o de Responsabilidade Social da Bacia de Campos, produzido pela Revista Visão Ambiental. É um prêmio muito valorizado na região e veio na hora certa para fazer valer todo o sufoco do ano passado.

A gente já havia recebido, ano passado, o Prêmio Mary Shelley de Incentivo a Leitura criado pelo meu amigo Henrique Granado e endossado pelo Clube de Leitores de Ficção Científica. Como o Henrique é um grande amigo, por mais que o prêmio representasse o carinho de grandes amigos como o Marcelo Forccin, o Roberto Fabrício, o Brian Moura, além do Henrique e fosse endossado pelo Clube dos Leitores de Ficção Científica, sempre ficava aquela coisa de “Foi prêmio dos amigos”. O que para mim, vou ser bem honesto, vale até mais que um Oscar, mas faz torcer alguns narizes por aí.

Agora, o prêmio não teve amigo envolvido e eu realmente não esperava ganhar. Foi na categoria empreendedor social e, de quebra, ainda ganhei uma viagem com acompanhante para o nordeste.

Foi há duas horas atrás e ainda estou emocionado, feliz e aliviado pelo reconhecimento de um projeto que levou ficção científica para mais de 5 mil crianças da rede municipal de ensino. Gente que normalmente não tem contato com esse tipo de literatura. Crianças carentes que vivem uma realidade bem diferente da que eu conhecia.

Enfim, estou muito feliz e queria dividir isso com vocês! Valeu!

 

O Prêmio de Responsabilidade Socioambiental Bacia de Campos é uma realização da Revista Visão Socioambiental (visaosocioambiental.com.br) e parceiros para apoiar iniciativas sustentáveis inovadoras de empreendedores sociais, núcleos de pesquisa, micro e pequenas, medias e grandes empresas, organizações não governamentais (ONGs) e universidades que já tenham apresentado resultados e impactos e/ou que tenham potencial de serem aperfeiçoadas e/ou ganharem escala (reaplicação, expansão ou transferência socioambiental).



Escrito por Clinton Davisson às 21h48
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Vellanda!

 

 

Até onde você iria para salvar a pessoa que você ama?


Conheça a história de Jun, uma menina que desafiou guerreiros poderosos, os temíveis dragões vermelhos, em uma missão arrojada onde uma força de vida se transformou no poder da morte.
A vida na fazenda de seu pai não poderia ser mais aborrecida e Jun já estava cheia daquela rotina. Ela queria viver aventuras em lugares distantes e desconhecidos que conhecia apenas pelos livros mágicos que conseguia com suas amigas indras.
Mas Jun alcançou mais do que desejava quando vai com seus irmãos para a fascinante cidade das fadas, onde, porém, recebe um aviso de um perigo mortal se aproximando que a levaria a fazer uma escolha dolorosa! Teria de fazer a agir rapidamente, não havia tempo a perder. Dividida entre o amor de dois irmãos, Tosken e Saran, Jun deverá tomar uma decisão que a marcará por toda vida.
Amada somente com a lança mágica, que fora de seu pai, Jun foi atirada no meio da guerra mais selvagem que já se ouviu falar e partiu para um encontro desesperado no campo de batalha que já fora seu lar e agora é dominado pelos dragões.
Durante os acontecimentos ocorridos em “O Herdeiro de Basten”, uma outra vila de gelfos adotou uma maneira diferente de lidar com os dragões e resolveram enfrentar as feras com lanças, união, muita coragem e um pouquinho de magia. Não percam, em novembro de 2011!



Escrito por Clinton Davisson às 09h26
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Starbuck e Starbuck tomando um Starbuck



Escrito por Clinton Davisson às 22h59
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Escrito por Clinton Davisson às 22h32
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SPACE OPERA é um subgênero da Ficção Científica que destaca aventuras espaciais e planetárias, utilizando-se muitas vezes de cenários exóticos e personagens heróicos, em histórias regadas com muito drama, ação e conflitos pessoais.

Sucesso na literatura, na TV e no cinema, quem nunca imaginou viajar em uma nave estelar e explorar novos mundos? Ou lutar contra um temido Império Galáctico? Ou destruir implacáveis robôs que tentam exterminar a humanidade? Ou ainda travar uma luta mortal contra um arqui-inimigo usando armas do futuro?

Com a presença de Gerson Lodi-Ribeiro, Clinton Davisson, Maria Helena Bandeira, Jorge Luiz Calife, Letícia Velásquez, Marcelo Jacinto Ribeiro, Flávio Medeiros Jr., Larissa Caruso e Hugo Vera, a antologia “Space Opera – Odisseias Fantásticas Além da Fronteira Final” trará nove histórias onde os autores instigam os leitores a sentimentos de curiosidade a cada nova tecnologia apresentada, ansiedade a cada aventura vivida e tensão a cada momento de perigo e reviravolta, além de, é claro, a diversão que a Space Opera oferece.

Conflitos políticos, batalhas espaciais, alienígenas, romance, espionagem, tecnologias do futuro, aventuras shakespearianas e um toque de jeitinho brasileiro. Prepare-se! A nave Space Opera já irá partir…

Organização: Hugo Vera e Larissa Caruso

Publicação: Editora Draco – www.editoradraco.com

ISBN: 978-85-62942-21-1

Formato: 14cm x 21cm

Páginas: 272 em preto e branco, papel pólen bold 90g

Capa: Cartão 250g, laminação fosca, com orelhas de 6cm

Preço de capa: R$ 49,90

Disponível nas livrarias a partir de: 31/05/2011

LANÇAMENTO DO LIVRO DIA 04/06/2011 EM SÃO PAULO!

Livraria Martins Fontes

Av.Paulista, 509 - São Paulo - SP

(em frente à Estação Brigadeiro do Metrô - Linha Verde)

(11) 2167-9900

Site oficial: www.spaceopera.com.br

SINOPSES COLETÂNEA SPACE OPERA

No Amor e na Guerra – Gerson Lodi-Ribeiro, renomado escritor de ficção científica brasileira, nos apresenta um clássico conflito espacial, onde os habitantes da Terra enfrentam um poderoso império alienígena pelo seu direito de existir. O momento é decisivo, e a batalha final chega ao sistema solar. Os frágeis humanos conseguirão escapar da derrota iminente?

A Esfera Dourada – Ambientada no universo ficcional criado pelo escritor Clinton Davisson, a história se passa centenas de anos antes dos acontecimentos de “Hegemonia – O Herdeiro de Basten”. Milhares de anos no futuro a Hegemonia luta contra invasores implacáveis e um segredo do passado pode ser o fiel da balança. O que estaria escondido na Esfera Dourada?

Mádrax – Maria Helena Bandeira mostra uma história inusitada, misturando passado e futuro. Uma noveleta com ar sheakespereano onde tragédias ancestrais que se repetem e o destino de reis e rainhas se refletem no futuro do homem.

Tempo Instável – Um simples astronauta, uma estrela mundial da TV, a terraformação da Lua e uma tempestade solar. Estes são os ingredientes de um conto instigante escrito pelo veterano escritor da FC brasileira Jorge Luiz Calife, autor da famosa Trilogia “Padrões de Contato”.

Temos que Cumprir a Cota – Letícia Velásquez nos apresenta com uma história curta, veloz e intensa, aonde os humanos têm que pagar um terrível preço por sua ousadia em desafiar os senhores do espaço. Resta saber se conseguirão atingir a cota a tempo.

Seu Momento de Glória – A Terra reduzida a frangalhos, um planeta acuado pelo medo, esperando o golpe final do implacável invasor. Sua única esperança? Um homem corroído por décadas de ódio, sedento de vingança. Marcelo Jacinto Ribeiro nos mostra uma intensa batalha espacial, com o destino do ser humano como recompensa.

Logan Marshall – As aventuras de um detetive espacial que oculta dos humanos sua origem alienígena, enquanto empreende uma caçada na Terra em busca de um criminoso interestelar. A justiça deve ser feita, a todo custo! Uma noveleta do mesmo universo de “Nébula de um Buraco Negro”, de Larissa Caruso.

Ganimedes – Desde a independência de Marte, terráqueos e marcianos lutam pelo controle das colônias espaciais espalhadas por todo sistema solar. Apresentando uma humanidade dividida, o escritor Hugo Vera nos brinda com um thriller de ação e espionagem nas luas de Júpiter, onde grandes potências entram em conflito pelo bem mais valioso do sistema: a água.

Pendão de Esperança – Arthur C. Clarke dizia que o primeiro contato de humanos com seres extraterrestres não será como nós imaginamos, e sim infinitamente mais estranho do que podemos sonhar. Pensando nisso, o escritor Flávio Medeiros Jr. nos apresenta uma nova versão desse antigo sonho da humanidade de maneira bastante original, com surpreendente toque do famoso “jeitinho brasileiro”.



Escrito por Clinton Davisson às 22h58
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Carrie Fisher

Eu carregava essa foto comigo quando eu tinha 15 anos. Como eu não pegava ninguém, dizia que era a minha namorada. Como naquela época não havia internet e não havia outro nerd por perto, todo mundo acreditava.



Escrito por Clinton Davisson às 17h17
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goonies



Escrito por Clinton Davisson às 15h04
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